São torrentes lacerantes de palavras e eventos que rasgam e dilaceram o meu autocontrole. Um aríete de ferro e madeira esmurrando os portões da minha paciência.
Não há muralhas intransponíveis ou eternas, um dia se romperão e minha legião avançara como chamas aterradoras de fúria e confusão. Não terei a piedade que antes tive e nem a misericórdia que sempre cultivei. Você queimará meus campos e me fará chorar e destas lágrimas nascera à ira e dela a minha vingança. E lhe digo que esta será inesperada e bem feita.
Isso não é uma ameaça ou um aviso, e sim uma promessa aos meus inimigos que tanto admiro e tendem rotulam-me como um bastardo qualquer.
Deixe-me sem recursos e condição de vida, e assim eu beberei do seu sangue para matar minha cede e comerei da sua carne para sobrepujar minha fome e tendo por fim sua alma para me aquecer do frio que erradia do seu inerte cadáver, prelúdio de um verão prospero de alegrias.
O homem luta pela necessidade de lutar e mata pela necessidade de matar. Eu sou humano...
Lucas Costa
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Ferreiro 75
Um copo de vinho
Uma flor no jardim
O sabor alcoólico
O perfume efêmero
Lembranças...
Quantas besteiras
Isso que a brisa me traz
O vento é somente sonho
Nada poético é fiel
Se não... Lembranças.
Lucas de Freitas
Uma flor no jardim
O sabor alcoólico
O perfume efêmero
Lembranças...
Quantas besteiras
Isso que a brisa me traz
O vento é somente sonho
Nada poético é fiel
Se não... Lembranças.
Lucas de Freitas
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Ao poeta solitário
Capitólio em mercê do grito Agônico
Verbos saturados em seu desespero
Um momento... Dê um tempo para seu choro.
Por favor.
Lucas de Freitas
Verbos saturados em seu desespero
Um momento... Dê um tempo para seu choro.
Por favor.
Lucas de Freitas
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Flor de Papoila
Ócio?
Cresce e morre
Ópio?
Cresce e vive
Vive e roda
Roda flores
Roda mentes
Roda vidas
Me roda
Me gira
Assim...
Se atira
Meu ócio
Seu ópio
Que tanto me acalma.
Lucas de Freitas
Cresce e morre
Ópio?
Cresce e vive
Vive e roda
Roda flores
Roda mentes
Roda vidas
Me roda
Me gira
Assim...
Se atira
Meu ócio
Seu ópio
Que tanto me acalma.
Lucas de Freitas
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Liberdade poética de expressão
_Eia! Grito eu clamando por palavras
Muitas são elas, por que somem assim?
Questiono a mim frustrado, e eu respondo:
_ Se a mercê de vossa ignorância cai
Jamais achara uma sequer viva em ti.
Lucas de Freitas
Muitas são elas, por que somem assim?
Questiono a mim frustrado, e eu respondo:
_ Se a mercê de vossa ignorância cai
Jamais achara uma sequer viva em ti.
Lucas de Freitas
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Poética aos violinos
Nobres damas e cavalheiros
Espalhados pelo meu salão
Servem-se da boa comida
Se sentem em própria casa
E em alto e bom som, violinos.
Oh! Quanto serenos são estes
Em plena alvorada de sonhos
Nas conversas de vossa música
Vinho fino e nuas conversações
Mais hei que desfalece sorrisos
Portas abertas e novas palavras
O trajado senhor, anuncia a guerra.
Prelúdio somente:
_ O banquete está servido!
Lucas de Freitas
Espalhados pelo meu salão
Servem-se da boa comida
Se sentem em própria casa
E em alto e bom som, violinos.
Oh! Quanto serenos são estes
Em plena alvorada de sonhos
Nas conversas de vossa música
Vinho fino e nuas conversações
Mais hei que desfalece sorrisos
Portas abertas e novas palavras
O trajado senhor, anuncia a guerra.
Prelúdio somente:
_ O banquete está servido!
Lucas de Freitas
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